AUDITORIA E SUPORTE TÉCNICO 1ª Parte / 2ª Parte / 3ª Parte · ISO 19011:2018

A auditoria documentada raramente é o que a operação realmente é. Entre o registro e a prática existe um espaço onde o sistema vive — e é nesse espaço que decidimos se ele sustenta o que promete.

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A norma ISO 19011 organiza auditoria em três categorias pela origem do auditor: a própria organização, um cliente com interesse direto, ou um organismo certificador independente. Cada uma responde a uma pergunta diferente — e cada uma exige uma postura diferente de quem audita.

Auditoria interna testa o que o sistema conseguiu construir até aqui. Auditoria de segunda parte verifica se um fornecedor entrega o que o contrato exige. Auditoria de terceira parte confirma a conformidade aos olhos do mercado.

Conduzimos as duas primeiras como auditor — em nome da organização ou em nome do cliente. Na terceira, ficamos ao lado da empresa: organizando evidência, antecipando questionamento, sustentando o sistema enquanto o organismo certificador o examina.

Tipos de auditoria

Auditoria interna (1ª parte)

Conduzimos auditorias internas em nome da organização, com a independência que um auditor próprio raramente tem dentro de casa. O propósito não é confirmar o que já se sabe — é encontrar o que o sistema, vivendo de dentro, deixou de enxergar.

Auditoria de fornecedor (2ª parte)

Auditamos fornecedores em nome do cliente, com critério próprio do contrato — não apenas o da norma. O escopo varia: validação inicial, due diligence técnica, verificação de não conformidades anteriores, qualificação para novos pacotes de fornecimento.

Suporte em certificação (3ª parte)

Acompanhamos a empresa antes e durante auditorias de organismos certificadores. Preparação de evidências, ensaios de auditoria, condução de tratativas técnicas com auditores externos, encerramento de não conformidades dentro dos prazos da certificadora.

Auditoria de cadeia e supply chain

Auditorias coordenadas em múltiplas plantas ou fornecedores que compartilham requisitos. Útil quando o problema não está em um único elo — está na forma como os elos se conectam.

Auditoria de não conformidade recorrente

Quando uma não conformidade volta após ter sido tratada, a auditoria comum não basta. Investigamos por que o tratamento anterior não sustentou o resultado — e o que precisa mudar para que o próximo o sustente.

Nossa abordagem em auditoria

Definição de escopo e critério

Cada auditoria começa com escopo e critério definidos com precisão. O que será auditado, contra o quê, com qual profundidade — antes de entrar no campo.

Coleta de evidência objetiva

Evidência é o que sustenta ou contradiz cada constatação. Documentos, registros, observação direta e entrevista são usados em conjunto — nenhuma fonte isolada define uma conclusão.

Constatação com contexto operacional

Não conformidade sem contexto não orienta ação. Cada constatação vem com a cadeia que a originou — para que o tratamento atinja a causa, não apenas o registro.

Relatório orientado à decisão

O relatório de auditoria é escrito para quem decide, não para quem arquiva. Hierarquia de risco, prioridade de ação, prazo realista — estrutura que direciona, não apenas documenta.

Acompanhamento de fechamento

A auditoria não termina no relatório. Acompanhamos o fechamento de não conformidades e verificamos a eficácia das ações — até que a constatação deixe de existir na operação.

Perfil de aplicação

Para quem este serviço é ideal

  • Empresas que precisam de auditoria interna conduzida por quem não convive com o sistema todos os dias. Auditor interno próprio frequentemente herda os pontos cegos da operação. Trazer um auditor externo para o papel de 1ª parte preserva a função e devolve a distância crítica.
  • Compradores que precisam validar fornecedores em mercados regulados. Setores onde o risco de fornecimento se transfere para o comprador exigem due diligence que vá além do certificado. A auditoria de 2ª parte cobre o que o ISO não cobre.
  • Empresas em ciclo de certificação ou recertificação que querem entrar na auditoria com posição firme. Organismos certificadores trabalham com tempo e escopo limitados. Quem chega preparado encerra com menos não conformidades — e as que sobram são as que importam.

Primeiro passo

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